Dourados, 4 de março de 2026

São Paulo tem votação mais apertada, com diferença de 0,41 ponto percentual; veja como foram as capitais

Das 26 capitais brasileiras que tiveram eleições municipais neste domingo, 15 terão 2° turno, enquanto 11 definiram seus prefeitos em 1° turno.

 

As Eleições 2024, realizadas neste domingo (6), definiram os novos prefeitos de 11 capitais brasileiras, enquanto outras 15 foram para o 2° turno, que acontece em 27 de outubro.

As urnas começaram a ser apuradas às 17h (horário de Brasília) e a última definição entre as 26 capitais que participam das eleições municipais veio apenas quatro horas depois, com o resultado de São Paulo (SP).

  • votação mais apertada foi, justamente, na capital paulista, com uma diferença 0,41 ponto percentual (p.p.);
  • O primeiro colocado foi o atual prefeito, Ricardo Nunes, com 29,48% dos votos, enquanto Guilherme Boulos (PSOL) recebeu 29,07%;
  • O 2° turno com a maior diferença, de 27,39 p.p., foi em João Pessoa (PB), onde Cicero Lucena teve 49,16% dos votos e Marcelo Queiroga, 21,77%;
  • Já entre as capitais que tiveram vitória em 1° turno, Teresina (PI) registrou a menor vantagem: Silvio Mendes (União) teve 52,19% dos votos;
  • A vantagem de Mendes para o segundo colocado na disputa pela prefeitura da cidade, Fabio Novo (PT), foi de 8,93 p.p..

 

Veja qual foi a diferença nas outras capitais brasileiras.

Definições para 2° turno mais apertadas

 

A cidade de São Paulo (SP) teve a votação mais apertada entre as 15 capitais brasileiras que foram para o 2° turno das Eleições 2024. Os candidatos Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL) só foram definidos às 21h08, mais de quatro horas após o fim do horário de votação e com 99,52% das urnas apuradas.

Até a última atualização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o primeiro colocado era o atual prefeito, Nunes, com 29,48% dos votos, enquanto o segundo, Boulos, obteve 29,07% — uma diferença de apenas 0,41 p.p..

O terceiro colocado na disputa pela prefeitura da maior cidade do Brasil foi o candidato Pablo Marçal, que conseguiu 28,14% dos votos. Em números absolutos, a diferença de votos entre o Nunes e Marçal, primeiro e terceiro colocado, foi de apenas 81.865.

  • Em outras três cidades os candidatos que conseguiram o maior percentual de votos também não conseguiram atingir a marca de, pelo menos, um terço dos votos.

 

Em campo Grande (MS), cidade que levou duas mulheres para o segundo turno, a primeira colocada Adriane Lopes (PP) — que é a atual prefeita e tenta reeleição — conseguiu 31,67% dos votos, com Rose Modesto (União) logo na sequência, com 29,56%. A diferença entre as duas foi de 2,11 p.p..

Também no Centro-Oeste, em Goiânia (GO), Fred Rodrigues (PL) foi para o segundo turno com 31,14% dos votos, enquanto o segundo colocado, Mabel (União), obteve 27,66%. A diferença entre eles foi de 3,48 p.p..

Em Manaus (AM), o prefeito David Almeida (Avante), que tenta reeleição, foi o primeiro colocado, com 32,16% dos votos. O segundo colocado, capitão Alberto Neto (PL), teve 24,94%. Embora Almeida não tenha alcançado um terço dos votos no primeiro turno, a diferença dele para Neto foi um pouco maior, de 7,22 p.p..

Veja a situação nas 15 capitais que terão 2° turno

 

Vitórias em 1° turno

 

A vitória em primeiro turno mais apertada foi a de Silvio Mendes (União), prefeito eleito de Teresina (PI). Ele foi eleito com 52,19% dos votos, enquanto o segundo colocado, Fabio Novo (PT), teve 43,26% dos votos. A diferença entre os dois foi de 8,93 p.p..

O atual prefeito da capital do Piauí, Dr. Pessoa (PRD), ficou apenas com o terceiro lugar, com 2,20% dos votos.

Já a maior vantagem foi registrada em Macapá (AM). O atual prefeito, Dr. Furlan, foi reeleito com 85,08% dos votos. O segundo colocado, Paulo (PSOL), teve somente 9,78% dos votos.

Veja a situação nas cidades com vitórias no 1° turno:

Fonte: G1

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