Com obras em andamento e o sonho da Rota Bioceânica cada vez mais perto, os empresários que moram no principal corredor (bioceânico) de Mato Grosso do Sul estão cheios de esperança para ampliar os investimentos, expandir os negócios e viver uma nova realidade econômica, que pode vir com exportação de produtos, turistas estrangeiros e geração de empregos.
O corredor parte de Campo Grande (BR-060), seguindo por Sidrolândia, Nioaque, Guia Lopes da Laguna, Jardim, até chegar em Porto Murtinho, onde está em construção a ponte binacional que liga o Brasil ao Paraguai, Argentina e portos chilenos, em direção ao Oceano Pacífico, com previsão de conclusão no primeiro semestre de 2026.
Esse cenário traz novas oportunidades, como o produtor rural Israel Pereira Vieira, que agora promove turismo ecológico, implementando um pacote de trilhas e contemplação da natureza em sua propriedade. Ele espera que a rota traga mais turistas e está se preparando para investir em sua infraestrutura.
Outros empresários, como Alberto Galassi Duarte, abriram negócios focados nas demandas não atendidas da região, como rações para a pecuária, destacando as oportunidades que a Rota Bioceânica oferece.
Além do setor agropecuário, o turismo também se fortalece, com iniciativas de agências de viagens voltadas para atrair visitantes internacionais. Porto Murtinho, antes visto como “fim de linha”, agora se transforma em um local estratégico para comércio e turismo por meio do corredor bioceânico.
O investimento em infraestrutura, como a ponte binacional e a pavimentação de rodovias, promete impulsionar o crescimento da economia local, tornando Porto Murtinho uma porta de entrada para mercados internacionais e um ponto de conexão entre o Brasil e países vizinhos. A expectativa é que, com essa nova realidade, os empresários da região possam colher os frutos de um futuro promissor.




